sábado, 8 de agosto de 2015

Enxoval do bebê no exterior

Que tal fazer compras no exterior sem sair de casa?!?? 
 

Assim que descobre a gravidez, uma lista de compras começa a ser feita. Muitas mamães ultimamente tem optado por fazer suas compras no exterior e a justificativa para isso é a qualidade e variedade dos produtos aliadas aos preços baixos. Mesmo com o dólar em alta, fazer o enxoval no exterior ainda pode sair bem mais em conta. 

Uma boa alternativa para quem não cogita viajar para fazer o enxoval são as compras online. Nos Estados Unidos, por exemplo, sites como a Amazon não cobram taxas para entregas domésticas, o que faz toda a diferença no preço final dos produtos. 

Para ajudar mamães e papais a comprar o melhor para seus bebês, a Mari criou o @buybuyflorida que oferece um endereço de compra na Flórida e ainda pode ajudar com uma consultoria personalizada que auxilia no planejamento e compra do enxoval do bebê, de acordo com os gostos e o orçamento de cada família. Além de encontrar os melhores preços, a Mari tem acesso a descontos em lojas e sempre passa as promoções e os cupons de desconto, pra que a compra fique ainda mais em conta. 

É tudo muito prático e simples! Você escolhe os produtos que quer comprar para o enxoval pela internet, efetua a compra, envia para o endereço da Mari e ela se encarrega de fazer tudo chegar na sua casa no Brasil.

Uma forma simples, rápida e segura de fazer suas compras no exterior! 

Para que estiver interessado, a Mari tem perfil @buybuyflorida no Instagram. Sigam e fiquem por dentro das ofertas e novidades!



terça-feira, 30 de junho de 2015

As difíceis perguntas das crianças

Hoje na hora que eu levava Elisa para escola, ela me perguntou com a maior inocência e de uma forma muito doce: "Mamãe, o que você vai ser depois que você ser mãe?"... Como quem pergunta a uma criança "o que você vai ser quando crescer?". 

Engraçado como eu não esperava essa pergunta tão cedo... Pela primeira vez, minha pequena se atentou que não tenho um "trabalho", mas deixou claro que percebe que tenho uma ocupação. O que achei realmente muito bonitinho da parte dela! 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

O que você vai ser quando seu filho crescer?

Parei de trabalhar quando Elisa nasceu para me dedicar por completo e integralmente ao seu desenvolvimento. Nos meses em que fiquei de licença, pude vivenciar com detalhes a riqueza do dia a dia de meus filhos. Meu mundo ganhou mais cor, risos por motivos bobos e novos valores. A principio a ideia era voltar a trabalhar assim que Elisa entrasse na escola, mas logo em seguida veio o Igor, completando nossa família e absorvendo ainda mais meu tempo.

A maternidade exige esforço, doação, dedicação... As crianças estão pequenas e totalmente dependentes de mim. Dessa forma, vejo minhas horas preenchidas entre cuidados, estímulos, carinhos, risadas deliciosas, abraços apertados, conquistas, broncas e também cansaço. Nenhum trabalho que eu tenha exercido até hoje, me sugou tanto. Nenhum me proporcionou tantas alegrias e realizações. Hoje invisto meu tempo naquilo que tenho de mais precioso: a vida de meus filhos e por isso não hesito em responder, cheia de orgulho, quando me perguntam em algum cadastro, qual a minha profissão: MÃE!

Posso até ser hoje menos independente e com menos dinheiro no bolso, mas curto encantada o simples banho de meus pequenos e me sinto feliz ao fazer o prato que o meu filho gosta. Sinto-me produtiva, fortificando um vínculo único e construindo o futuro. O futuro de meus filhos.

Foi aí que assisti um dos vídeos mais lindos que já vi e que tocou profundamente meu coração. "O que você vai ser quando seu filho crescer?" . Está aí uma pergunta que eu nunca havia me feito. Confesso que meus olhos marejaram e me deu um aperto doído no peito quando voltei a pergunta pra mim. Um vazio me tomou.



Mesmo tendo um filho já crescido, ele ainda precisa de mim, assim como os dois pequenos. Ainda sou o porto seguro deles... Mas, e quando tiverem suas vidas, dinheiro, profissão e constituírem suas próprias famílias?

Posso até me envolver em outras atividades, fazer cursos, voltar a trabalhar, ter mais tempo pra mim... Sinceramente, eu não sei como será... Sei que ainda me preocuparei com eles, mesmo que de formas diferentes, sei que nunca deixarei de ser parte importante da vidinha deles. Sei acima de tudo, que continuarei a amá-los incondicionalmente... Mas a única coisa que eu queria, era poder continuar sendo aquela que cura dodóis com beijinhos, que acalanta o choro com um abraço e que tem em seu colo o lugar mais gostoso do mundo...
E você? O que vai ser quando seu filho crescer?"


Sabrina Luz

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Depois que tive filhos... cadê o tempo pra mim?

Nem tudo é o que parece ser... Eu poderia ter postado uma foto da minha pia cheia de louça ou do tanto de roupa que eu tenho pra lavar ou dos 1500 brinquedos espalhados pela casa... Porque nem tudo é glamour.
 
Tenho uma vidinha corrida e bem real. Mas tenho também descoberto o quanto é preciso estar bem para se doar por inteiro e dessa forma tenho administrado meu tempo para fazer algumas coisas por mim, há tanto tempo deixadas de lado.
 
Nem sempre foi assim, passei bastante tempo sem me dar esses pequenos luxos e esse rompimento com "minha vida" foi um processo difícil de digerir na maternidade.
 
Quando fui mãe pela primeira vez eu tinha toda uma estrutura de apoio por trás de mim, através dos meus pais que me deram muito mais do que o suporte que eu precisava. Assumiram comigo meu filho, me possibilitando continuar meus estudos e seguir minha vidinha sem que o peso da maternidade me afetasse tanto.
 
Quando Elisa nasceu decidi viver integralmente a maternidade e me dediquei completamente. Entendi que precisava viver esse momento de forma diferente e assim o fiz. Não foi fácil "acordar mãe" e sem nenhuma ajuda, mas esse era o meu desejo. Por muitas vezes senti falta de ter um momento meu. Uns minutinhos de escape. Nem meus banhos eram mais os mesmos.
 
Não que a vida não estivesse boa, ou que eu não estivesse feliz, mas não havia um tempo para que eu pudesse tomar um fôlego. Isso é uma coisa que apenas as mães entendem, ninguém mais.
 
Igor veio em seguida e eu continuei "guardada na caixinha". Estava feliz, mas nunca deixei de sentir falta de mim, da Sabrina além de mãe.
 
Não é assim com todo mundo, eu sei. Muitas conseguem separar seu tempo, desde o nascimento dos filhos, tem alguma ajuda, mas outras tantas não e sei que me compreenderão. A gente sente falta...
 
Pode parecer futilidade, mas já chorei olhando minhas unhas. Eu antes, trabalhava fora, saia absolutamente todos os dias maquiada e em cima do salto, tinha independência e tempo para fazer minhas coisas. De repente tudo muda! São escolhas que a gente faz! Mas mesmo entendendo que tudo era uma questão de tempo, eu senti muito. 
 
 
 
Hoje, tenho entrado numa nova fase. Sinto que já consigo conciliar algumas coisas para o meu próprio bem estar com minha corrida rotina de mãe e está sendo gostoso voltar a cuidar um pouco mais de mim. Aproveito o sono da tarde do Igor que tem horários estabilizados. Sei que ele dorme bem no carrinho. Procuro lugares que possibilitem que ele fique tranquilo e tiro um tempinho pra mim. Tem dia que da certo, tem dia que não. Muitas vezes me pergunto se as fases passam ou se nos adaptamos a elas.
 
Não sei o que te faz bem. Pode ser seu trabalho, pode ser dançar, um café com uma amiga, uma ida ao salão ou uma massagem nas costas depois de uma noite com enxaqueca ... Não importa! No seu tempo, busque fazer algo para você! É importante ter uma válvula de escape para recarregar as energias. Se não der hoje, tente amanhã... E depois, e depois... Uma hora dará certo!

Sabrina Luz

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Facilitando o dia a dia - Impresssora HP Deskjet Ink Advantage


Verdade seja dita, tem coisas que facilitam muito o nosso dia a dia, não é mesmo? Eu juro, mas nunca imaginei que diria isso de uma impressora!! 

Há pouco tempo meu esposo saiu para comprar cartuchos para nossa impressora e chegou em casa com uma impressora nova. 
Quase surtei quando vi porque realmente não entendi na hora qual foi a "grande sacada" daquela compra. 

E dentre as tantas vantagens que ele me listou eu me prendi em duas que pra mim já fizeram valer a pena: o preço dos cartuchos originais - super em conta e a possibilidade de imprimir sem fio - via wireless (tecnologia que minha impressora anterior não tinha). 

Eu uso muito impressora aqui em casa, tanto para trabalhos escolares (principalmente do meu mais velho), quanto para momentos de descontração 
com meus pequenos onde imprimo desenhos para colorir e a praticidade de mandar as impressões direto do meu celular me ganharam. 

Quem é mãe sabe que pequenas coisas no nosso dia a dia, muitas vezes fazem toda a diferença. Fora a economia com os cartuchos, que além de tudo tem uma durabilidade muito maior.

Pra quem está pensando em comprar uma impressora, super indico a HP Deskjet Ink Advantage, realmente vale a pena!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Qual o melhor momento para colocar seu filho na escola?

 
Há algumas semanas tenho vivido um dilema! Sabe bem aquele tipo de coisa que mãe fala e quando chega a hora "paga a língua"?
 
Eu parei de trabalhar para investir meu tempo no desenvolvimento dos meus filhos e tenho feito isso com muita alegria pois creio que nenhum trabalho me traria um retorno tão gratificante. Mas ao mesmo tempo que isso tem sido maravilhoso tem sido também bastante exaustivo pra mim.
 
Não tenho uma "fada do lar", minha mãe trabalha fora, a sogra mora longe e o papai aqui trabalha fora durante a semana, então a coisa toda é só comigo. Mesmo minhas atividades de "descanso" nunca são feitas sem carregar meu companheirinho, que está aqui a mais tempo sabe!
 
São 24 horas por dia envolvida com a vidinha deles, para eles e por eles... O fato é que essa falta de fôlego tem me sufocado um pouco e sinto que isso está mudando muitas vezes minha forma de agir, meu humor, me deixando cansada e impaciente.
 
E aí entra a parte do "pagar a língua" ... Tenho refletido muito sobre colocar o Igor na escolinha no meio do ano...
 
Até outro dia se me perguntassem eu diria que só colocaria depois dos 3 anos, que queria curtir minha rapinha do tacho. E quero! Mas também quero estar bem para isso!
 
Meu coração está dividido entre colocá-lo ou não. Não sei até que ponto é cedo demais (ele estará com 1 ano e 10 meses) ou até que ponto eu consigo esperar mais um pouco para ter um tempinho pra mim. Umas horinhas para fazer o que preciso, respirar e voltar revigorada para eles...
 
"Mas, eu não larguei tudo pra ficar por conta?!? Precisa mesmo disso?!?! Sou mole demais?!?" Tudo isso passa pela minha cabeça...
 
Eu sei que ele ficará bem lá! Sempre que vamos levar ou buscar a Elisa ele nunca quer ir embora. Mas fica pra mim o ninho vazio sabe? O medo de estar precipitando algo e me arrepender depois...
 
Bom, ainda não sei o que irei fazer... As vezes pesa a razão, às vezes a emoção... Ainda tem um tempinho.... Alguém ai já passou por isso?? O que me dizem?!?!
 
Pesquisando a respeito, olhem o que encontrei:
 
É a necessidade e a possibilidade de cada família que aponta a melhor hora de colocar a criança na escola. Muitas, aos 4 meses de idade, já estão no berçário ou creche por conta da volta da mãe ao trabalho. E o bebê estará bem num local capaz de lhe dar, principalmente, acolhimento afetivo, além de condições e estímulos adequados ao desenvolvimento físico, motor e cognitivo.    
Se o berçário não está em foco, a partir de 1 ano pode ser interessante a ida da criança para a escola, quando sua movimentação motora se aprimora e ela, iniciando a marcha, vai ganhar maior possibilidade de expandir seu mundo.

A partir dos 18 meses, no entanto, é que a criança estará mais apta a usufruir da socialização, isto é, do convívio no grupo social da escola. Nessa fase, ela já tem maior independência verbal, motora, social e emocional para participar de experiências e se defender de possíveis adversidades, como dores, desconfortos e agressões.

Algumas famílias preferem combinar a entrada na escola com a retirada das fraldas, época em que a criança também estará mais avançada na comunicação para contar o que sente e até relatar algo do que fez no novo mundinho escolar. O critério não é fundamental, e a convivência da criança no grupo social pode até ajudar na retirada desse hábito, pela imitação.

Como regra geral, quanto mais nova a criança, menos ela se beneficiará da aventura de brincar em grupo, que está na base do processo de socialização. Os bebês pequenos não têm no ato de compartilhar o seu ponto forte, muito menos na capacidade de tomar uma decisão em conjunto sobre construir ou não um castelo, montar ou não um quebra-cabeças, por exemplo. Por isso é comum ver as crianças menores entretendo-se sozinhas, mesmo que ao lado de outras crianças.
O tempo de socializar será mais bem aproveitado quando a criança entende e não se sente ameaçada e insegura com a idéia de ficar longe dos pais. Essa compreensão, acompanhada de outros aspectos de maturidade no desenvolvimento, funciona como um passaporte para o menino ou a menina abrirem-se à estimulação intelectual, social, de hábitos e de linguagens. Em outras palavras, estão no ponto para explorar o universo fora do ambiente familiar: são curiosos, acham o mundo divertido e obtêm prazer com novos relacionamentos, tanto com amigos da própria idade quanto com adultos.

Qual a vantagem? 
 
O convívio com os amigos e as diversas atividades conduzidas na escola por meio de brincadeiras vão ajudar seu filho a organizar o pensamento, a encontrar um lugar dentro de um grupo e a usar mais intensamente suas percepções e seus sentidos.

O treino da higiene e da disciplina são aprendizados importantes nessa fase escolar e preparam ou reforçam na criança habilidades para a conquista de sua independência. É bom lembrar que, na correria do dia-a-dia, nem sempre os pais têm tempo ou paciência de dar a devida atenção a esses temas.

Fora do ambiente familiar, a criança vivencia novos papéis em diferentes situações. Na escola, deixa de ser a caçulinha da casa, o centro das atenções, o pequeno ser desprotegido. Passa a fazer parte de um grupo e a enfrentar a vida em nova condição.
Cabe aos pais apresentar ao filho todos esses novos desafios de estar na escola como algo prazeroso e positivo. Com essa atitude, diminui a chance de a criança ressentir-se por ficar longe da família. De outra forma, se ir para a escola for apresentado como 'um sacrifício necessário', é possível que tudo se torne um castigo.

Fonte: Paula Bourroul, pedagoga, diretora de escola de educação infantil, orientadora e coordenadora pedagógica de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, consultora para avaliação de evolução e desempenho escolar (pbourroul@uol.com.br); Lidia Freitas, psicóloga clínica filiada ao Instituto de Psicanálise de São Paulo, presidente da Ação Solidária Contra o Câncer Infantil, consultora do Clube Johnson's Baby e educadora infantil (lidiafreitas@terra.com.br).


Sabrina Luz

segunda-feira, 23 de março de 2015

Miojo faz mal?

 
Reza a lenda que "Cada vez que uma mãe oferece miojo para seus filhos, uma fada morre"...
 
Quer saber?!? Lamento muitíssimo pelas fadas, mas a janta aqui hoje foi MIOJO!!! Não. Não tive um imprevisto, eu não estava com pressa, foi vontade mesmo!
 
Eu tinha comidinha pronta na geladeira, legumes cozidos e feijão novinho, mas deu vontade de miojo e por que não?!
 
Tenho visto e lido tanto radicalismo por aí que penso que está faltando um pouco de emoção no meio de tanta razão. É um tal de querer crucificar aplicativos para crianças em celulares e tablets, cair de pau em ovo de Páscoa industrializado, blá blá blá.
 
Tá faltando coerência gente! Tá faltando disposição e tempo de ensinar para os filhos que existem caminhos diferentes, de ensinar a fazer escolhas, de impor limites, de mostrar o que pode sempre, o que pode de vez em quando e o que não pode nunca!
 
Falta estabelecer regras e mostrar o que é melhor sem fingir que não existe o lado B. Tá faltando conexão. Mais leveza por favor!!!
 
Nota: O macarrão instantâneo mais conhecido como miojo pelos brasileiros é um dos alimentos mais populares que existe no mundo, A refeição perfeita de quem sofre com a falta de tempo, basta ferver a água deixar o macarrão cozinhar por três minutos e pronto, basta colocar o tempero e comer. Porém muito se fala da falta de nutrientes e contribuições que este alimento traz para a saúde. O segredo é não comer todos os dias, apenas esporadicamente.
 
O macarrão instantâneo (Miojo) em si não faz mal á saúde, o seu consumo em excesso e o seu tempero é que são os grandes violões deste alimento. Segundo pesquisas o tempero pronto possui um volume de sódio 16% superior ao que o corpo humano deve consumir por dia, ou seja, em apenas um pacotinho a cota de sódio do dia é atingida. O segundo problema do macarrão instantâneo é que ele é assado e depois frito, o que aumenta sua gordura e calorias. Em apenas uma porção ele possui 420 calorias, enquanto 90g de um macarrão convencional possui 315 calorias. Pessoas com pressão alta precisam ter atenção redobrada na hora de consumir o miojo, por ser rico em sal e gordura a pressão pode subir ainda mais.
 
Outro perigo do miojo é uma substancia chamada glutamato monossódico, que está em sua composição. Um elemento que vicia e pode causar reações como dor de cabeça, enxaquecas, náusea, sudorese, queimação no peito, principalmente em que possui predisposição. O segredo para comer o miojo sem que ele cause mal a saúde e não seja retirado das refeições é consumi-lo com verdura e legumes e substituir o tempero que vem na embalagem.
 
Acrescentar alho, manjericão, alecrim, deixam o miojo mais saudável e sem causar danos à saúde. Criado pelos japoneses após a Segunda Guerra Mundial, o que torna o cozimento do macarrão instantâneo tão rápido é o seu pré-cozimento e a fritada. Este processo de fabricação é que deixa o miojo mais calórico. Algumas marcas usam vitaminas para deixar a massa mais amarela, isso acaba retirando ainda mais suas características nutricionais originais. O consumo por crianças deve ser ainda mais controlado do que de adultos. 

 
Sabrina Luz
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